Empresas estatais e a consolidação da indústria da construção naval brasileira

ALCIDES GOULARTI FILHO

Resumen


La presencia de la industria de la construcción naval en Brasil nos lleva de vuelta al siglo XIX, cuando se
registraron en las principales ciudades costeras de pequeños astilleros y arsenales Marina. Pero fue a partir Plan
de Metas (1956-1960), en Río de Janeiro que esta industria se ha enfocado y desarrollado un conjunto
interrelacionado, sobre la base de los grandes sitios con alta capacidad de difundir e incorporar innovaciones.
Entre 1960 y 1985, la industria de la construcción naval pesado brasileño experimentó un período de prosperidad
anclado en la renovación de la flota mercante nacional financiado por la Superintendência Nacional da Marinha
Mercante (SUNAMAM). El objetivo de este trabajo es mostrar que los pedidos hechos por las compañías navieras
y aumentó la fiscalía alegó grupo astillero en el país. Además de la introducción, el texto se divide en cuatro
temas: el primero es una breve historia de la marina mercante y naval brasileña del siglo XIX hasta 1960,
destacando los cambios económicos e institucionales que han creado la base para la formación de la agrupación.
A continuación, señaló la relación entre el proceso de industrialización en Brasil y el papel del Estado. En tercer
lugar, voy a detallar los pedidos realizados por el Frota Nacional de Petroleiros (Fronape - PETROBRAS),
Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro y Docenave (Vale do Rio Doce) junto a astilleros brasileños en los
diversos planes se centraron en la construcción naval. Por último, vamos a destacar el inicio del
desmantelamiento parcial de la industria de la construcción naval, la rápida obsolescencia de Lloyd Brasileiro, las
decisiones tomadas por Fronape en realizar adquisiciones en el extranjero y la privatización de Docenave. La
consideración final traerá breves reflexiones sobre la simbiosis entre el Estado y una fuerte industria nacional en
la formación de una economía nacional.

Resumo

A presença da indústria naval no Brasil nos remete ao século XIX, quando havia nas principais cidades do litoral
pequenos estaleiros e arsenais da marinha. Mas foi a partir do Plano de Metas (1956-1960) que no Rio de Janeiro
esta indústria se concentrou e desenvolveu um aglomerado inter-relacionado, pautado em grandes estaleiros, com
alta capacidade de difundir e incorporar inovações. Entre os anos de 1960 e 1985, a indústria da construção naval
pesada brasileira viveu um período de prosperidade ancorado na renovação da frota mercante nacional financiada
pela Superintendência Nacional da Marinha Mercante (SUNAMAM). O objetivo deste artigo é mostrar que as
encomendas realizadas pelas empresas de navegação estatais sustentaram e impulsionaram a indústria naval
brasileira. Além da introdução, o texto está dividido em quatro tópicos: inicialmente faremos uma breve trajetória
da marinha mercante e da construção naval brasileira do final do século XIX a 1960, destacando as mudanças
institucionais e financeiras que criaram as bases para a formação do aglomerado. Em seguida, será apontada a
relação entre o processo de industrialização no Brasil e o papel das estatais. Num terceiro momento,
detalharemos as encomendas feitas pela Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, Frota Nacional de
Petroleiros (FRONAPE-PETROBAS) e DOCENAVE (Vale do Rio Doce) junto aos estaleiros brasileiros dentro dos
vários planos voltados para a construção naval. Por fim, destacaremos o início do desmonte parcial da indústria
da construção naval, o rápido sucateamento do Lloyd Brasileiro, a privatização da Vale do Rio Doce e as opções
feitas pela FRONAPE em fazer novas aquisições no exterior. As considerações finais trarão breves reflexões sobre
a forte simbiose entre Estado e indústria nacional na formação de um sistema nacional de economia e lançam
olhares para o atual momento de recuperação e euforia da indústria naval brasileira, novamente ancorada na
PETROBAS.

Abstract

The objective of this paper is to present that the orders made by the shipping companies state supported the
Brazilian naval industry. Besides the introduction, the text is divided into four topics: first is a brief history of the
merchant marine and shipbuilding Brazilian late nineteenth century to 1960, emphasizing the financial and
institutional changes that have created the basis for the formation of the Brazilian naval industry . Will then be
pointed the relationship between the process of industrialization in Brazil and the role of the state. Thirdly, I will
detail the orders made by Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, Frota Nacional de Petroleiros (FRONAPE-PETROBAS)
and DOCENAVE (Vale do Rio Doce) next to Brazilian shipyards within the various plans focused on shipbuilding.
Finally, we will highlight the beginning of the partial dismantling of the shipbuilding industry, the rapid
obsolescence of Lloyd Brasileiro, privatization of Vale do Rio Doce and the choices made by FRONAPE in making
acquisitions abroad. The final consideration will bring brief reflections on the strong symbiosis between state
and national industry in the formation of a national economy and cast glances at the current moment of
euphoria and recovery of the Brazilian naval industry, again anchored by PETROBAS.

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